- Existem várias coisas bonitas que realmente valem a pena ser visitadas;
- A menos que você contrate um guia local (como eu, por exemplo), você estará abandonado à sua própria sorte e terá imensas dificuldades para chegar aonde quer que seja.
- Sobradinho;
- Vinícolas;
- Ilha do Rodeadouro (sic);
- Cachoeiras em locais ermos e perigosos;
- Santa Maria da Boa Vista;
- Dunas do Velho Chico;
- Parque Nacional da Serra da Capivara.
É um passeio legal e rápido. Em 3 horas você vai e volta. Mas esteja atento: (i) não existe indicação em Juazeiro sobre como chegar na estrada para Sobradinho; (ii) o trecho inicial da estrada para Sobradinho parece a superfície lunar; (iii) num certo ponto da estrada você precisa entrar à direita, mas, naturalmente, não existe qualquer placa avisando; (iv) quando você chega em Sobradinho (a cidade), não há nenhuma indicação sobre como chegar na barragem (refira-se aos nativos); (v) depois da barragem, não há nenhuma placa indicando onde fica o acesso para o tal do mirante. Se você for sozinho, provavelmente vai ir e voltar umas três vezes na estrada, falar alguns palavrões e acabar concluindo que a entrada para o mirante deve ser aquele caminho de pedra que está quase sendo devorado pela mata vizinha.
Mas a recompensa vale o esforço. Ao chegar lá em cima, não fique apenas deslumbrado com a visão do lago que se tem do pátio cimentado onde o carro pode ser estacionado. Embrenhe-se pela mata (tênis velho, calça jeans e meia) e caminhe uns 500 metros em direção à extremidade do morro. Tome cuidado para não se cortar nos cactos nem em outras plantas do gênero. Cuide-se para não escorregar em cima de nenhuma pedra. E atenção para não despencar do alto do morro.
Quando chegar lá, arrume o seu chapéu de Indiana Jones, aprecie a vista e sinta-se orgulhoso da sua proeza. Você venceu mais um desafio!
Seguem fotos da Malu Oliveira, jornalista que também incorpora o espírito do Indiana Jones e que aceitou encarar essa aventura num sábado de descanso (clique para ampliar). Também já estiveram lá o Leo (em julho, na nossa primeira e sofrida incursão, onde foram feitas todas as descobertas iniciais) e o Robson, que me deu o prazer da companhia nesse 4 últimos dias aqui no meio do sertão.


Nos próximos posts eu escreverei sobre as demais atrações turísticas da região. A MarcusTur aceita encomendas de pacotes e não cobra nada, desde que o cliente aceite fazer companhia para ele por pelo menos um ou dois dias...

Um comentário:
Como integrante desta expedição da MarcusTour, atesto a qualidade dos serviços prestados pela operadora, mas tenho dois reparos que é preciso registrar:
a água mineral estava na temperatura do sertão e não havia cerveja gelada ou champagne para brindar a paisagem maravilhosa. Mas já estou comprando um isopor para lhe presentear e evitar críticas semelhantes nas próximas viagens.Isso, claro, se você me convidar novamente.
Quanto às fotos, por favor, avise a todos que foram tiradas com um celular, para que não pensem que sou uma fotógrafa que não se manca... Estamos aguardando as verdadeiras, tiradas por nosso operador turístico.
Beijos
Malu
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