quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Duro e de matar

Na primeira vez em que vamos a um restaurante, vamos para nos surpreender. Favoravelmente, é claro. Da segunda vez em diante, ao contrário, vamos para NÃO nos surpreender. Se gostamos da primeira vez, retornamos para desfrutar da mesma qualidade e serviços experimentados nas vezes anteriores. Se não gostamos, não retornamos simplesmente.

Retornei ao Favorito na semana passada, pela terceira vez. E posso resumir a experiência dizendo que a boa impressão que eu tinha do local nas duas vezes anteriores em que lá estive foi totalmente por água abaixo. O peixe estava absolutamente duro, com partes cruas e sem gosto de nada. Com seis pratos pedidos ao mesmo tempo, o primeiro chegou no prazo normal e os outros cinco demoraram pelo menos mais meia hora para chegar. O ar-condicionado do teto produzia uma ventania gelada bem em cima de um dos assentos da mesa. E os alto-falantes jogavam uma música que impedia as pessoas da mesma mesa de trocarem ideias sem gritar.

Lamentável tudo isso, especialmente quando eu mesmo já estava acreditando que Petrolina finalmente tinha sido contemplada com um restaurante de alto nível para amenizar as saudades dos bons endereços existentes em praticamente todas as capitais. De volta à estaca zero.

Um comentário:

Militão disse...

Bom. . . então nem vou entrar!