quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Immotus Nec Iners (parte 2)

Antes mesmo de eu conhecer o Instituto Ricardo Brennand (na verdade, muito antes dele ser construído inclusive) eu já frequentava com grande entusiasmo a Oficina do Francisco Brennand, irmão do Ricardo com o qual ele divide uma grande área de uma antiga fazenda na Várzea onde estão os seus respectivos espaços.

Na Oficina a sensação que eu tenho é sempre de me transportar para outra dimensão, uma dimensão muito boa diga-se de passagem, e é por isso que sempre que eu estou em Recife e tenho algum tempo disponível eu não hesito em me deslocar até lá.

Habitado por centenas de esculturas expostas em locais fechados e abertos, o local é um santuário artístico que mistura religiosidade, mitologia, erotismo, arquitetura e paisagismo e, por isso mesmo, torna-se difícil descrever a intensidade das emoções que ele desperta em quem, como eu, tem o privilégio de por lá passar e estar.

Ela é, sem dúvida, um passeio imperdível para aqueles que querem conhecer o melhor da cidade e não se contentam com nada que não seja ao mesmo tempo estimulante, tranquilizante, provocativo e perturbador.

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