sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mestre Luiz Baiano

O programa de TV é nacional mas o patrocinador é regional. Logo depois do Jornal Hoje, o locutor anuncia:

"O Videshow que você vai assistir agora é um oferecimento de... Mestre Luiz Baiano, o Espírita da Verdade"

Nada contra, mas a gente que não está acostumado com esse tipo de patrocinador acaba sempre se surpreendendo quando a mensagem passa na TV, ainda mais na TV Globo.

Para quem quiser conferir, é só acessar http://www.mestreluizbaiano.com.br/index.html. Seus serviços vão de tenda espírita de consulta até bola de cristal, búzios, passes mediúnicos e horóscopos.

O negócio deve ser bom, pois ele atende em Petrolina, Uauá, Caruaru, Garanhus e Serra Talhada. Business is business, e a mídia está aí para ajudar os business men.

4 comentários:

Anônimo disse...

Vc deveria se encomodar mais com sua vida caro amigo eu tbm ñ o conheço mas acho que ñ tem nada havero q vc fala

Lésio Quincas Munácio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lésio Quincas Munácio disse...

Hum, parece que o famoso usuário "Anônimo", a.k.a. "Panaca Aleatório" não conhece as regras da gramática culta para escrever. Vamos dar-lhe a ele um pequeno curso de "Como escrever de forma inteligível, por Lésio Quincas Munácio":

a. encômodo, do verbo encomodar, verifica-se como uma aglutinação das palavras "encaminhamento" com "Almodóvar", mais a partícula de infinitivo "ar".

b. "caro amigo", utilizado na primeira linha é usado como um termo restritivo a "vida". Ou seja, não se trata de uma vida qualquer. Trata-se de uma "vida caro amigo", muito cultuada pelo primitivo povo Neewhowh, das ilhas Equi-Equi-Equi-Ptangzoomping.

c. "havero", termo de origem grega, foi adaptado pelos romanos após Havero, filho de Homero, ter-lhes sentado uma queimada no Senado de Roma. Consta na "Versão Final" da "Carta de Pero Vaz de Caminha" a caracterização do contato entre índios e galinhas como sendo "havera".
Hoje, a expressão "havero" perdeu a sua denotação épico-lírica e é muito usada em períodos sem ponto final, como elemento para torná-lo ligeiramente confuso. A reforma gramatical de 2008-2009 pretende derrubar o "h" no início.

Carmem Masutti disse...

Hilário!

Nunca pensei que fosse rir tanto num fim de tarde nublado em plena terça de carnaval (presa em casa em recuperação de uma cirurgia)...

Abraços.