terça-feira, 26 de agosto de 2008

Candidatos a vereador

  • Adriano de Peba
  • Beguinha do CEAPE
  • César Durando (candidato à reeleição)
  • Dedé do Restaurante
  • Didi da Simpatia
  • Geraldo da Acerola
  • Júnior do Gado
  • Leide Esposa de Dr. Deilson
  • Neguinho do Hospital
  • O Homem do Bolo
  • Paraíba
  • Paulinho da Biônica
  • Zequinha da COHAB

Tem também a Socorro, que é candidata em Recife ("Recife pede Socorro")...

Saudades do Pedro Geraldo Costa, de São Paulo ("Bosta por bosta, vote em Pedro Geraldo Costa").

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Coisas que eu NÃO sinto falta - parte 1

  • Ar;
  • Água;
  • TV Globo;
  • Pernilongos;
  • Congestionamento na hora do rush.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Feriadão again

Sexta-feira de feriado, sábado e domingo. Mais uma maratona de ginástica na varanda, filmes e seriados na televisão, passeios de bicicleta, leituras, estudo e trabalho em casa. Não vejo a hora de chegar a segunda-feira para poder ver gente novamente.

Padroeiras

A UNIVASF é uma universidade duplamente abençoada. Sexta-feira, dia 15 de agosto, recesso acadêmico. Motivo: Dia da Padroeira de Petrolina (Pernambuco). Segunda-feira, dia 08 de setembro, novo recesso acadêmico. Motivo: Dia da Padroeira de Juazeiro (Bahia). Conforto dobrado para o espírito e descanso idem para o corpo.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Coisas que eu sinto falta - parte 1

  1. Pizza (não apenas aquela do Bráz, mas também aquela que é feita na padaria da esquina da sua casa);
  2. A seção de frutas do Pão de Açúcar ou do Mambo;
  3. Jornal de São Paulo ou do Rio (aqui só tem de Pernambuco, Bahia, ou então a "Gazzeta do São Francisco", com "zz" mesmo);
  4. Um prato de salada colorido, lindo, saudável e maravilhoso;
  5. Livraria (não precisa ser uma Cultura ou Fnac, mas pelo menos algum lugar para você ir ver as novidades de vez em quando);
  6. Chopp (não precisa ser conhecedor para torcer o nariz para essas porcarias que servem por aqui);
  7. Alface lisa (aqui não existe);
  8. Gente bem cuidada e bem vestida (nas ruas e lugares públicos);
  9. Kopenhagen;
  10. Música ao vivo (que não seja pagode ou forró);
  11. Uma comidinha honesta (por quilo ou PF), bem feita e bem apresentada.

Inferno e verão

Os nativos me alertam que estamos próximos de uma mudança de estação. Com o término do verão, aproxima-se o inferno. As previsões são de temperaturas oscilando entre 40º e 45º.

Médico em Juazeiro

Depois de ter passado por todas as estrelas da otorrinolaringologia em São Paulo, de ter feito uma cirurgia no ano passado, e de não ter ainda conseguido uma solução satisfatória para o meu problema, eu resolvi mudar de estratégia e procurar um médico em Jualina. Se as estrelas não resolveram, quem saberia se algum ilustre desconhecido do interior não me traria a solução definitiva? Não custava nada tentar.

Pois foi o que eu fiz. Entrei num hospital qualquer e perguntei o nome de um médico qualquer. Me indicaram dois ou três e eu acabei achando que a Dra. Karine tinha um bom perfil. Tudo isso foi em abril. Depois eu perdi o rastro dela e só fui conseguir localizá-la no início dessa semana. Não sabia por que, mas achava que tinha que ser com ela.

Pois hoje eu estive lá. Ainda não sei se ela vai conseguir resolver. Mas pelo menos eu já consegui dar alguns passos que em São Paulo eu não estava conseguindo de jeito nenhum. Apesar dos meus exames dizerem que eu não tenho nada, a minha sensação é de que tem alguma coisa errada. Em São Paulo e Recife as estrelas sempre me disseram que eu não tinha nada e que fosse aproveitar a vida. "E não me apareça mais aqui", era só o que faltavam me falar.

Mas a Dra. Karine e o pai dela, o Dr. Juvêncio, fizeram uma verdadeira junta médica e me receberam durante uma hora e meia no consultório deles. O resultado é que eles me ouviram e não me descartaram por causa dos meus exames bem-sucedidos. Mais que isso, eles acham que talvez eu tenha mesmo ainda algum problema, me anteciparam o possível nome desse problema e também já me encaminharam para uma possível solução.

Adorei. Podem anotar essa aí na (ainda muito pequena, minúscula, desprezível, ínfima) coluna das boas surpresas que Jualina está me proporcionando.

Elba Ramalho

Fez um show no último sábado na orla do San Francisco River, a céu aberto. De tarde eu passei por ali de bicicleta para ver o movimento e o ensaio. Bicicleta estacionada, braços cruzados, meia dúzia de gatos pingados do meu lado e a Elba dando tchauzinho para mim de lá de cima do palco. Cidade pequena é outra coisa...

De noite o show, que foi ótimo. Programado para iniciar à meia-noite, ele começou pontualmente no horário. Por um momento, achei que estava na Inglaterra. Achei isso incrível, porque nas reuniões de trabalho ninguém está nem aí com horário, deixam de ir sem avisar, se esquecem dos compromissos e ainda acham ruim se você chega na hora.

Com muito pique, a Elba botou a multidão para dançar até quase às 3 horas da manhã. Sem sair do palco nenhuma vez, e sempre com muita energia e carisma. Ela é, sem dúvida, uma grande personalidade. Foi merecidamente ovacionada por uma platéia formada por todo tipo de gente, de todas as idades, que dançou e cantou madrugada adentro com ela.

Gasolina

O preço médio do litro por aqui varia de R$2,90 a R$2,95. Isso, para quem não sabe, é muito mais caro do que em qualquer outra cidade mais conhecida ou capital. Não sei como é lá pelo Amazonas, mas acho que a gasolina daqui deve ser uma das mais caras do Brasil, o que talvez se justifique pelos quilometros que ela tem que rodar para chegar até Jualina. Se vier de Salvador são 500Km, se vier de Recife são 750Km. Fortaleza e Teresina ficam por aí também.

A boa notícia é que, apesar de cara, a gente gasta pouco. Se você usar o carro apenas para o dia-a-dia, sem viagens ou aventuras no sertão, meio tanque dá para o mês inteiro. E se não se incomodar de andar no sol e de perder um pouco de agilidade nos seus deslocamentos, você pode fazer tudo a pé ou de barquinho. Aí zero tanque de gasolina vai dar para o mês inteiro e você não vai mais se preocupar com o preço do litro.

Tomates

Depois de quase 4 meses frequentando o mesmo (e supostamente o maior e melhor) supermercado da região, dessa vez eu achei que estava tendo uma miragem quando olhei para a banca de verduras e legumes: tomates vermelhos, redondos e inteiros ali parados, olhando para mim. Parecia uma miragem mesmo. Os tomates aqui são esverdeados, geralmente estão atropelados e normalmente tem uma cara péssima.

Mas esses que eu vi dessa vez estavam lindos. É claro que eu comprei quilos. Não sei se é questão da época ou se esses aí vieram importados de algum outro lugar. De qualquer maneira, façam votos de que eles tenham gostado da cidade e apareçam sempre por aqui.