domingo, 30 de dezembro de 2012

Mirante do Vale

Nada como ter amigos com escritório em locais com vista privilegiada. A foto foi feita no 34º andar do edífício Mirante do Vale, o mais alto do Brasil, situado ao lado do viaduto Santa Ifigênia, no Vale do Anhangabaú em São Paulo.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Amo muito tudo isso

Nas imediações do Anhangabaú, no centro de São Paulo.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Variações sobre um mesmo tema

Divagações noturnas com o papagaio de madeira que fica pendurado na varanda, ao lado da piscina.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Ecletismo

No centro da cidade, ao lado da Estação da Luz e em frente à Pinacoteca, o edifício com a lateral grafitada contribui para o ar de ecletismo que cada vez mais toma conta da região.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Luzes do Jardim

No Jardim da Luz, em São Paulo, as principais fontes de radiação parecem ser a solidão dos seus frequentadores, as belas esculturas e as árvores e plantas abundantes. Detalhes aqui.

Gatos da Pinacoteca


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Pintando com a luz

Durante a noite, na Ilha da Amélia.

Espelho

Na travessia para a Ilha da Amélia, no Bar do Gringo, o espelho d'água reflete a vegetação da margem.

Tourist Information 31 - Ilha da Amélia

Distante apenas 20Km do centro de Petrolina, a Ilha da Amélia é praticamente inabitada e possui, em sua grande extensão, uma flora bastante diversificada, que oferece cenários de grande beleza e encantamento. Além disso, o pôr-do-sol e o rio compõem uma paisagem poética, que convida ao lual com a noite repleta estrelas que brilham com grande intensidade no céu. Para chegar lá, é só seguir pela estrada da Tapera, e avançar cerca de 5Km para além das travessias do Rodeadouro (Juarez e Almizão). Deve-se entrar no Bar do Gringo, e pedir a ele que faça a travessia de barco (de poucos minutos) até a ilha. Depois de explorada, vale a pena retornar e almoçar no Gringo, desfrutando da linda paisagem oferecida pelo seu restaurante, e do peixe bem preparado no local. É diversão garantida para o dia inteiro. Para ver mais fotos do local, é só clicar aqui.

A propósito...

"Nunca vi fazer tanta exigência
Nem fazer o que você me faz
Você não sabe o que é consciência
Nem vê que eu sou um pobre rapaz
Você só pensa em luxo e riqueza
Tudo que você vê você quer
Ai, meu Deus, que saudade da Amélia"
...

Bendicht Stoeckli

Depois de vários anos escrevendo sobre a região, a sua cultura e os seus destinos turísticos, eu recebo com freqüência mensagens de internautas que encontram o meu blog por acaso quando estão procurando informações sobre Petrolina, Juazeiro e o Vale do São Francisco. Geralmente são mensagens pedindo informações adicionais sobre trilhas, passeios, hotéis, cidades etc, que eu respondo com grande prazer quando disponho das informações solicitadas. Muitas vezes, são apenas mensagens agradecendo o conteúdo por mim aqui disponibilizado, o qual tem se mostrado de grande utilidade para todos os que programam as suas viagens para essa região.

Bendicht Stoeckli (Benz), um suíço natural de Berna, foi um desses que me encontrou por acaso na Internet e me escreveu algumas vezes pedindo informações. Diferentemente dos demais, no entanto, ele me telefonou quando chegou em Petrolina algumas semanas atrás, e me convidou para jantar. O que se seguiu foram horas de uma conversa animada e extremamente enriquecedora. Tendo morado por 15 anos em Ilhéus, e atualmente morando novamente em Berna com a família, ele fala português fluente, é professor e agrônomo aposentado e aproveita o seu tempo para viajar e conhecer regiões do Brasil nas quais nunca tinha estado antes. Grande conhecedor do nosso país, ele escolheu dessa vez Juazeiro e o Vale do São Francisco e, com grande disposição física e empatia para se relacionar com as pessoas, fez um roteiro de fazer inveja em muito jovem mochileiro e conheceu muita gente também.

Devo dizer que foi um grande prazer conhecê-lo pessoalmente. Mais do que isso, ele é um exemplo por causa da sua energia, do seu desprendimento, da sua curiosidade e da sua alegria de viver. Desejo-lhe sucesso na vida, que muitas outras aventuras e descobertas se sigam, e que ele possa retornar ao Vale do São Francisco em breve. Um forte abraço, Benz!

Amarelo e azul

No final da tarde, o sol lateral realça o amarelo da parede da concha acústica na praça da catedral no centro de Petrolina.

Mangueiras da Ilha da Amélia

Praticamente inabitada, a Ilha da Amélia, localizada a cerca de 20Km do centro de Petrolina, é repleta de mangueiras que oferecem frutos deliciosos. Apreciadas em conjunto com o banho de rio, a combinação é irresistível!

Travessia para a Ilha da Amélia


Brasileiro bar

No centro de Petrolina, o Brasileiro Bar se apresenta de forma singela e genuinamente nacional.

Próximo ou distante?

Se, por um lado, a parede sólida e sem janelas passa a impressão de isolamento e distanciamento, por outro lado a porta oferece uma passagem para esse mundo pintado de vermelho. No centro de Petrolina.

O beijo de Jacobina

No meio do mato seco, a folha sorri e se oferece de forma sutil, alheia ao calor e à falta de água. Para ver outras fotos da exuberante natureza de Jacobina e Miguel Calmon (BA), é só clicar aqui.

Esperança

No quarto verde, a menina de Jacobina expressa o seu desejo de uma vida com mais esperança. Ou será que se prepara para receber algum E.T.?

Preto e vermelho

Na feira livre dos sábados, e nas trilhas de Jacobina, o preto e o vermelho se alternam na paisagem.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Duro e de matar

Na primeira vez em que vamos a um restaurante, vamos para nos surpreender. Favoravelmente, é claro. Da segunda vez em diante, ao contrário, vamos para NÃO nos surpreender. Se gostamos da primeira vez, retornamos para desfrutar da mesma qualidade e serviços experimentados nas vezes anteriores. Se não gostamos, não retornamos simplesmente.

Retornei ao Favorito na semana passada, pela terceira vez. E posso resumir a experiência dizendo que a boa impressão que eu tinha do local nas duas vezes anteriores em que lá estive foi totalmente por água abaixo. O peixe estava absolutamente duro, com partes cruas e sem gosto de nada. Com seis pratos pedidos ao mesmo tempo, o primeiro chegou no prazo normal e os outros cinco demoraram pelo menos mais meia hora para chegar. O ar-condicionado do teto produzia uma ventania gelada bem em cima de um dos assentos da mesa. E os alto-falantes jogavam uma música que impedia as pessoas da mesma mesa de trocarem ideias sem gritar.

Lamentável tudo isso, especialmente quando eu mesmo já estava acreditando que Petrolina finalmente tinha sido contemplada com um restaurante de alto nível para amenizar as saudades dos bons endereços existentes em praticamente todas as capitais. De volta à estaca zero.

terça-feira, 20 de novembro de 2012